Leitura Relâmpago: Trilogia Half Bad – Half Bad (Livro 1)

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Sinopse
Na Inglaterra em que ele vive, bruxos e humanos dividem o mesmo espaço, sem, no entanto, se misturarem. Mesmo entre os bruxos, há os que se autodenominam bons, puros e justos — os bruxos da Luz —, e há, é claro, seus inimigos, aqueles que devem ser combatidos e aniquilados, a origem de todo o mal — os bruxos das Sombras.

Nesse mundo dividido entre mocinhos e vilões, não ter um lado é pecado, e esse é exatamente o caso de Nathan, filho de uma bruxa da Luz com um bruxo das Sombras. E seu pai não é um bruxo qualquer, e sim o mais poderoso e cruel que já existiu, acusado de ter matado a mãe de Nathan.

O garoto é visto como uma aberração tanto por seus pares quanto pelo Conselho dos Bruxos da Luz; uma ameaça que precisa ser domada ou exterminada. E as coisas só ficam mais complicadas conforme o tempo passa: quando ele fizer dezessete anos, seus dons serão revelados, e Nathan saberá se é um bruxo da Luz ou das Sombras. Dessa definição dependem suas chances de permanecer vivo.

E o tempo dele está se esgotando.

Em Half Bad, acompanhamos a errante e turbulenta jornada de Nathan para encontrar o pai, que ele jamais teve a oportunidade de conhecer, e, mais importante ainda, salvar a própria pele. Mas como conseguir isso quando cada passo seu é vigiado e ninguém é confiável — nem mesmo sua família, nem mesmo a garota que você ama?

Com uma narrativa direta e dinâmica, Sally Green constrói uma história arrebatadora sobre intolerância, racismo e os caminhos tortuosos que todos trilhamos rumo ao amadurecimento.

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O que achei…

É horrível ler e imaginar todas as coisas pelas quais o Nathan passa. É sofrido, doloroso e fico extremamente aflita, quase em desespero, ao ver o que os bruxos da Luz fazem com ele. Muita tristeza e muita raiva. Não via a hora dele ficar forte e acabar com a raça de todos eles. E foi isso que me fez achar esse livro sensacional. Não foi só pela história ser perfeita, pela forma diferente que começamos o livro (é como se o narrador fizesse com que a gente fosse o personagem. Só lendo para entender) ou pelo universo mágico bem diferente. Não. A forma como assumimos pra gente a dor do Nathan e a forma como torcemos, fervorosamente, por ele. É incrível.

Quando li a sinopse, achava que os bruxos da Luz e das Sombras seriam mais bem demarcados como ‘os bonzinhos’ e ‘os malvados’. Olha só como a gente pensa de forma estereotipada! Foi um choque quando nada é preto no branco, e tudo é completamente cinza. Os bruxos da Luz são uns malditos filhos de uma mãe que mereciam o fogo do inferno, assim como bruxos da sombra também merecem. E tem aqueles, tanto da Luz quanto das Sombras, que você passa a torcer. Nada é o que parece.

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E em meio a tudo isso, mil e uma cenas de ação, poderes super interessantes, tanto da Luz quanto das Sombras, algumas cenas fofas e românticas, e personagens PERFEITOS. Um destaque para Ellen e Gabriel. Gostei DEMAIS dos dois, principalmente do Gabriel, já que ele interage muito mais com o Nathan, e a gente passa a conhecer ele muito melhor.

Em resumo, foi um livro cheio de surpresas maravilhosas e que com certeza vou ler até o último capítulo sem respirar direito de tanta animação.

 

Plataforma de Leitura: Livro Físico

Tempo de Leitura: 2 Dias
Nota: Book-iconBook-iconBook-iconBook-iconBook-icon

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