Mangá: Hikaru no Go

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Ficha Técnica
Título: Hikaru no Go
Gênero: Jogo, Estratégia, Sobrenatural, Colegial, Shonen
Autor: 
Yumi Hotta
Ano:
1998
Editora Japonesa:
Shueisha
Editora Nacional: J
BC

Revista Japonesa: Weekly Shonen Jump
Volumes:
23
JBC SKOOB

Sinopse
Hikaru Shindo era um garoto comum, como qualquer outro da sua idade. Frequenta a escola (está no sexto ano do ensino fundamental), sofre para tirar boas notas e se diverte com os seus amigos, principalmente com a inseparável Akari. Até que um dia, ele encontra um tabuleiro de go esquecido no sótão de seu avô. A partir de então, os caminhos do garoto e de um fantasma milenar chamado Sai se cruzam, dando início a uma nova fase na vida de Hikaru.

Fujiwara no Sai era um exímio jogador e instrutor de go do imperador no período Heian (entre os anos 794 e 1185). Mas teve uma morte prematura após um grave incidente provocado por um rival. Agora, ele está de volta na forma de um fantasma e precisa do garoto para cumprir um único objetivo: realizar a “jogada de Deus”.

O problema é que Hikaru prefere mil vezes fazer qualquer outra coisa do que praticar esse jogo, porém sempre que ele se recusa, o espírito de Sai mergulha numa profunda tristeza, provocando crises de vômito no estudante. Sem saída, ele passa a se esforçar para aprender. Mergulhando nesse universo, revela-se uma nova realidade.

51R342N7QALPlataforma que fiz a Leitura: Mangá Físico

O que achei…

Sempre tive curiosidade em ler esse mangá. Li a uns anos atrás o primeiro volume, que um amigo me emprestou, mas não tive a chance de terminar de ler. Até que então, na casa de uma amiga, comprei a coleção inteira. Devorei em duas semanas, todos os volumes.

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A primeira aparição do Sai me deixou na dúvida: é uma mulher ou um homem? rsrsrs
No começo do mangá, assim que o Sai e o Hikaru se conhecem, as coisas são bem normais. Hikaru não gosta de Go, e Sai fica depressivo só de pensar em não jogar. As coisas mudam quando o Sai joga Go pela primeira vez. É emocionante e super empolgante ver as jogadas (mesmo que você não entenda nada do que se passa). A forma dinâmica que os jogos acontecem me fizeram ficar super entretida num jogo de tabuleiro japonês, onde eu não sabia regras, não sabia nem como funcionava e muito menos o raciocínio por trás do jogo (o mangá explica as regras, mas eu não acompanhei muito bem as regras).

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A forma de Hikaru pensar começa a mudar no dia que ele e Akira se enfrentam. O desejo dele vencer por conta própria, sem a ajuda de Sai, começa a se sobressair e ele começa a correr atrás. Treina, faz aulas, pede a ajuda do Sai. Aqui, fico meio triste pelo Sai, pois ele começa a se tornar secundário perto do Hikaru. A despedida dele é bem triste, mas é graças a isso que vemos uma evolução ainda maior em Hikaru. Ele começa a ficar verdadeiramente bom em Go por seu próprio esforço. Uma evolução que vemos gradualmente, tanto física quanto psicologicamente. É demais!

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No meio do caminho ele conhece muitos adversário, há muitos jogos (muitos MESMO), até que chegamos ao fim do mangá com uma decepção: termina como se fosse um dia comum. Não sabemos o que aconteceu ao Sai, não sabemos se o Hikaru um dia vai ganhar do Akira; sequer sabemos se alguém consegue realizar a Jogada de Deus (que é destacada desde o começo do mangá). Nada. Apenas um dia comum, mais um dia que ajudará o Hikaru a crescer. Me senti muito frustrada. Sério.

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Triste que uma história tão empolgante tenha um final tão aberto e tão frustrante.

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