Leitura Relâmpago: Cidades de Papel

CidadesDePapel

 

Sinopse
Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

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Por incrível que pareça, li super rápido esse livro. Porque? Porque depois que Margo desaparece, temos uma sequência interminável de procura de pistas, de aulas na escola, de mais pistas que não levam a lugar nenhum, mais aulas chatas e cotidiano tedioso. E NADA acontecendo. Até tem um desentendimento ou outro entre Quentin e seus amigos, mas nada de mais ou que vá fazer uma baita diferença no final. Juro pra vocês, e que o Deus da Leitura me perdoe, mas pulei várias descrições de lugares que não levaram a nada e de situações repetitivas do livro. Eu estava tão louca pra saber o que realmente aconteceu com Margo que eu não quis nem saber dessa lenga lega. 

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Pra mim, as melhores partes do livro foram o começo, onde vemos Margo e Quentin numa pequena aventura noturna. Gostei bastante da interação deles, as conversas divertidas e a loucura de Margo. Outra parte melhor no livro, é o final, claro. Além do típico final com uma mensagem profunda por trás, finalmente descobrimos o que se passou com Margo. Aqui recebemos explicação de tudo o que ela fez e não fez, vemos como ela realmente é e enfim, a conhecemos de verdade. Uma coisa que gostei bastante foi o desenvolvimento da personalidade do Quentin. Ele era bem bobabalhão no começo, e vê-lo amadurecer no fim foi perfeito. Sempre amei essas evoluções. 

Gostei da mensagem do livro. De como a gente vê uma pessoa, mas não a olha de verdade, não nota como ela é realmente por trás da ‘máscara’. As primeiras impressões são sempre as mais falsas.

De resto, não foi lá tudo isso. A Culpa é das Estrelas foi muito mais divertido e instigante de se ler do que Cidades de Papel. Uma pena.

Plataforma de Leitura: Livro Físico

Tempo de Leitura: 2 Dias
Nota: Book-iconBook-icon

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